quarta-feira, 20 de junho de 2018

Católico Apostólico Romano


Católico Apostólico Romano

Sabemos que muitos católicos que andam perdidos por aí, adotam um cristianismo artificial. Em vez de: CATÓLICO-APOSTÓLICO-ROMANO passam a ser caótico-apostático-romântico!

Comecemos pelo "católico-caótico". A palavra "Católico" é um adjetivo da língua grega que significa "Universal". Quer indicar que o Cristianismo deve ser Universal, abranger todos os povos de toda a terra e de todos os tempos.

Já o Cristão "caótico" faz uma misturança de tudo e faz uma religião das suas conveniências, catando aqui e ali meias verdades e coloca tudo no "liquidificador" do seu egoísmo, aperta o botão da sua ignorância, e dá aquela mistura caótica de católico-umbandista-cientificista-espiritualista-esotérico-protestante! E depois se mete a discutir religião sem entender nada! A fé desse cristão fica na periferia. O "caótico" cria uma religião liberalista, à imagem e semelhança de suas idéias e gostos.

Outro tipo muito interessante é o Cristão que se diz Católico-Apostólico, mas em vez de "Apostólico", ele é "apostático". Meus caros fica muito fácil verificar qual é a verdadeira Igreja Apostólica! É a que vem desde os tempos dos apóstolos, do tempo de Cristo, portanto a Igreja verdadeiramente Apostólica é aquela que se reúne em volta do sucessor de São Pedro, na pessoa do Santo Padre, o Papa.

Somente a Igreja Católica Apostólica Romana existe desde os primeiros séculos da nossa era. Evidentemente, antes de Martinho Lutero (fundador da primeira igreja protestante e pai do protestantismo) em 1517, não existia o protestantismo nem nenhuma igreja protestante. Existia apenas uma Igreja Cristã: “A Igreja Católica Apostólica Romana” que por uma sucessão ininterrupta de Bispos ascendia aos Apóstolos e por meio dos Apóstolos ao próprio Jesus Cristo. Esta era e é a única Igreja fundada por Cristo a história não conhece outra e não conhece outra!

Pois bem, o nosso Católico "apostático", em vez de ficar com a Única e Eterna Igreja, ele vai "apostando", como o "caótico", num sincretismo religioso, numa mistura de religiões ou fantasias religiosas, superstições que não podem caber num "mesmo saco", numa mesma vida, são os que mais dizem a conhecida frase dos que não querem se comprometer com nada: "Deus é o mesmo, o que muda é a religião", ou, "no fundo é tudo a mesma coisa!". Estes são homens que vivem de desvaneios e loucuras diversas!

Assim, de manhã o "apostático" aposta na missa, ao meio dia, aposta no horóscopo, a tarde, aposta no protestantismo, e à noite, em que "aposta" o nosso "apostático"? Aposta no terreiro de macumba. Este homem não é nada, nem Cristão, nem Católico, nem Apostólico, mas é um "apostático", "um apostata".

E o terceiro tipo? É o chamado Cristão-Católico "romântico". Dizemos "romântico" em oposição a Romano; isto é, sem a adesão incondicional à Igreja de Jesus Cristo, desde o início situada em Roma, onde fica o túmulo do primeiro papa (Pedro).

"Romântico" é o católico superficial que age ao sabor do "gósto ou não gósto". É o Católico que só participa de Missa quando está em apuros, vai à Igreja em ocasiões esporádicas: Batismo, Casamento, Primeira Comunhão, Missa de sétimo dia, fora isso, vive como se Deus não existisse! Dizem sempre: "reza pra mim na missa" ou "eu rezo em casa mesmo" ou ainda "eu me confesso direto com Deus"!

O que disse até aqui, pode parecer engraçado, mas é muito triste! Isso tudo sem falar dos que se denominam: "Católicos não praticantes"!

Católico não praticante é um termo para designar aqueles que, apesar de Batizados na Igreja e declarando-se Católicos, não praticam a religião em sua plenitude. Hoje, infelizmente, não é raro encontrar "Católicos" que afirmam serem adeptos da religião e frequentam cerimônias como o "Casamentos" e o "Baptismos" mas que não tomam parte regularmente de ritos como a Celebração da Santa Missa aos Domingos e raramente recebem algum dos sacramentos. Esses "Católicos" muitas vezes desconhecem partes importantes da própria religião e quase sempre discordam dos ensinamentos morais da Igreja quando estes não estão adaptados a tendências do mundo contemporâneo como o relativismo cultural e a liberalidade sexual!

Na verdade, uma organização vive dos seus membros e do respeito pelas regras que garantem a sua existência. Quem, com consciência, perfilha e adere ao Catolicismo, terá de se submeter às suas diretrizes; ensinamentos, exortações. Caso contrário, um Católico "não praticante" assemelha-se a um cidadão "sem cidadania". Isto existe ou é uma incoerência?

Sejamos Sal e Luz!


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