quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Ele não foi um pregador - São Padre Pio de Pietrelcina

São Padre Pio de Pietrelcina

ELE NÃO FOI UM PREGADOR, MAS COM O TRABALHO, COM A VIDA E SEUS EXEMPLOS ELE CONVERTEU E CONTINUA A CONVERTER, CONDUZIU E CONTINUA A CONDUZIR UMA MULTIDÃO DE ALMAS PARA DEUS.

Quando Padre Pio cantou sua primeira Missa solene, seu antigo professor, o Padre Agostinho, fazendo a homilia, dirigiu ao neo-sacerdote estas palavras que se revelaram proféticas: “Não tens muita saúde, não podes ser um pregador. Desejo-te, pois, que sejas um grande confessor”

Décadas mais tarde, alguém lhe perguntou qual missão havia ele recebido de Nosso Senhor Jesus Cristo, e o santo capuchinho respondeu com simplicidade: “Eu? Eu sou confessor”.

Os prodigiosos dons místicos que recebera da Providência não eram senão um anzol por meio do qual ele arrastava as almas a se purificarem de seus pecados no sacramento da Reconciliação. Passava até 15 horas por dia no confessionário.

A seus pés vinham ajoelhar-se pessoas de todas as idades e condições sociais, inclusive Bispos e Sacerdotes, em busca de absolvição, conselho e paz de alma. As filas de confissão eram enormes, a ponto de tornar necessária a distribuição de senhas numeradas para ordenar o atendimento.

Ele lia o interior das almas como se lê um livro aberto. Certo dia, um comerciante pediu-lhe a cura de uma filha muito enferma e recebeu esta resposta:

“Tu estás muito mais doente que tua filha. Vejo-te morto. Como podes sentir-te bem com tantos pecados na consciência? Estou vendo pelo menos trinta e dois pecados mortais”.

Surpreso, o homem correspondeu prontamente à graça recebida e ajoelhou-se para se confessar. Quando terminou, disse para quantos quisessem ouvi-lo: “Ele sabia tudo sobre mim e me disse tudo o que eu não falava!”.

Em outra oportunidade, um advogado de Gênova, ateu militante, decidiu ir a San Giovanni Rotondo para “desmascarar aquela fraude dos frades”. Mal entrou na sacristia junto com os peregrinos, o Padre Pio, que nunca o havia visto antes, interpelou-o, denunciando suas más intenções. Em seguida, sem mais palavras, apontou-lhe o confessionário.

Ante a estupefação geral, o advogado ajoelhou-se, abriu seu coração e, com a ajuda do Santo, examinou toda a sua vida passada, de pecados e de luta contra a Santa Igreja. Ao levantar-se, era outro homem. Permaneceu três dias no convento, degustando a inocência readquirida, antes de regressar à sua cidade natal. A notícia dessa conversão foi objeto de manchetes nos órgãos de imprensa. Pouco depois ele retornou a San Giovanni para receber do Padre Pio o escapulário da Ordem Terceira Franciscana.








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