domingo, 28 de agosto de 2016

sábado, 27 de agosto de 2016

Papa Francisco

Papa Francisco

“Com a firme convicção de que a verdadeira medida do homem é Cristo e sabendo que n’Ele se encontra a força necessária para enfrentar toda a provação, desejo anunciar-vos abertamente o Senhor Jesus como Caminho, Verdade e Vida. N’Ele todos encontrarão a liberdade plena, a luz para compreender profundamente a realidade e transformá-la com o poder renovador do amor.

domingo, 21 de agosto de 2016

O teste da Cruz - A pedra de toque

O TESTE DA CRUZ

A pedra de toque.

O sofrimento é o melhor teste da qualidade espiritual de uma pessoa. O modo de sofrer, “se for corajoso, sereno, discreto”, revela o nível de maturidade do amor a Deus e do amor ao próximo.
A pessoa egoísta, quando sofre, volta-se para si mesma; sente-se vítima, cai na autocompaixão, reclama e absorve – de modo desagradável e exigente – as atenções dos demais; pode tornar a vida insuportável aos que estão junto dela. Tem muita razão o autor da Imitação de Cristo, quando diz: “Logo nós sentimos e calculamos os sofrimentos que os outros nos causam, mas não nos damos conta dos sofrimentos que nós lhes causamos” (cf., Livro II, cap. 5).
Pelo contrário, quando a pessoa que sofre tem uma alma grande, cresce no amor e amadurece nas virtudes. Com seu exemplo edifica os outros e os ajuda-os a enfrentar, com fé e com paz, as contrariedades.
Entende-se, deste modo, a frase de São JosemarÍa: “Não esqueças que a Dor é a pedra de toque do Amor” (Caminho, n. 439). Assim como a “pedra de toque” serve para avaliar a pureza do ouro, a dor abraçada com fé revela a pureza do amor.

Uma longa história de amor e dor.

A história do Cristianismo oferece uma corrente ininterrupta de milhares de almas “homens, mulheres, crianças”, que, sustentadas pela fé e o amor cristão, souberam abraçar a Cruz, a renúncia, o sacrifício, os tormentos e a morte, com a alma cheia de paz, felizes por da r a vida, unidos à Cruz de Cristo, pela salvação do mundo. São impressionantes os relatos de incontáveis mártires “antigos e atuais” que, com o exemplo, humanamente inexplicável, da sua paz de alma no meio das torturas, converteram muitos dos que os contemplavam e até alguns de seus próprios carrascos.
Fazendo isso, os mártires seguiam os passos de Jesus. Cumpriam ao pé da letra o que escrevia São Pedro: “Cristo sofreu por vós, deixando-vos o exemplo, para que sigais os seus passos… Ele que suportou os nossos pecados no seu corpo, sobre o madeiro da Cruz… (1 Pd2, 21)”. E o que São Paulo confidenciava: “Alegro-me nos sofrimentos suportados por vossa causa e completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo pelo seu corpo, que é a Igreja (Cl 1,24)”.
São João Paulo II afirmava que, “no final do segundo milênio, a Igreja tornou-se novamente ‘Igreja dos mártires’. As perseguições contra os crentes e sacerdotes, religiosos e leigos realizaram uma grande sementeira de mártires em várias partes do mundo. É um testemunho que não se pode esquecer” (Carta Ap. Tertio Millennio adveniente, n. 37).
O martírio é um “selo de garantia” da autenticidade do amor cristão. Mas não esqueçamos que há outro “selo” desse amor, por vezes mais difícil: a generosidade com que são aceitas e oferecidas a Deus as contrariedades de cada dia: com saúde ou com doença, com cansaço e sem cansaço, em casa, no serviço, na vida social… “Quantos se deixariam cravar numa cruz perante o olhar atônito de milhares de espectadores, e não sabem sofrer cristãmente as alfinetadas de cada dia! Pensa então no que será mais heroico” (Caminho, n. 204).
Pense, sim. Por exemplo: O que pode aproximar mais de Deus seus filhos ainda crianças ou adolescentes? Os sermões do pai e da mãe, azedados pela falta de paciência, eriçados de queixas e reprimendas? Ou o exemplo de um pai e de uma mãe que sofrem e sorriem sem perder a calma, que rezam e esperam no meio de padecimentos por vezes muito pesados, e não descarregam as suas dores nos demais?
Essas dificuldades cotidianas são a cruz de cada dia (Lc 9,23), e devem ser um “sacrifício escondido e silencioso”, que faz com que um filho de Deus seja “mártir sem morrer” (Caminho, nn. 185 e 622); e o seja sem ter complexo de mártir, sem fazer “cara de vítima”, sem desfigurar o rosto para inspirar compaixão (Mt 6,16). O amor cristão à Cruz “por amor a Jesus Cristo” torna possível padecer sem se vergar sob o fardo da dor; passar mal e continuar assim mesmo a trabalhar e a fazer o bem a todos; e a dar, enfim, com naturalidade até a última gota. Isto é santidade. Esta é uma das melhores maneiras se não a melhor de “tornar a vida amável” aos que nos cercam.

De onde vos vêm as forças?

São Pedro dá testemunho de que os pagãos, surpreendidos por essa alegria na dor dos cristãos perseguidos, ficavam pasmados, sem entender nada; e, por isso, o apóstolo recomendava aos fiéis: Caríssimos,… alegrai-vos por participar dos sofrimentos de Cristo… E estai sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que a pedir (1Pd4,13 e 3,15).
Também hoje, comenta São Josemaría, muitos se sentem movidos a perguntar aos cristãos coerentes, quando veem que permanecem serenos no meio de muitas dificuldades: “Como se explica a vossa alegria? De onde vos vêm ás forças para vencer o egoísmo e o comodismo?” (É Cristo que passa, n. 148).
A resposta está nestas breves palavras da carta que o Papa Francisco enviou ao Prelado do Opus Dei, com motivo da Beatificação do seu predecessor, o Bispo Álvaro del Portillo: “Este é o caminho da santidade que todo cristão deve percorrer: deixar-se amar pelo Senhor, abrir o coração ao seu amor e permitir que seja Ele quem guie a nossa vida”.
Quer dizer que tudo é uma questão de amor. Só o amor gera amor. Só o amor vivificado pela graça de Deus pode abraçar a dor e transformá-la em amor a Deus e ao próximo. Esse é um prodígio especificamente cristão!
VIVAT CHRISTUS REX








quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Vossos pensamentos meu Senhor

Quão insondáveis são os vossos pensamentos meu Senhor.
Incontável, ó Senhor, é o seu número!
Se eu os conto, serão mais que os grãos de areia; e se chego ao fim, ainda falta para conhecer-vos. 
Senhor, sondai-me, penetrai meu coração, examinai-me e provai meus pensamentos!
Vede bem se não estou no mau caminho, e conduzi-me no caminho para a vida!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre.

Amém.

domingo, 14 de agosto de 2016

São Macário do Egito

Padre do deserto - São Macário do Egito (300-391).

O mal realiza sua obra no coração, sugerindo-lhe pensamentos maus, impedindo o espírito de orar com pureza e acorrentando-o a este século. Estendeu-se por sobre as almas, penetrou até a medula dos ossos. Assim como satã esta no ar, sem que Deus tenha que sofrer nada por isso, também o pecado esta na alma e, no entanto, a Graça de Deus ali esta ao mesmo tempo, sem sofrer, por causa dele, nenhum prejuízo.
A perfeição não consiste em abster-se do mal; consiste em revestir-se de um espírito humilhado, em fazer morrer a serpente que se aninha e pratica o homicídio abaixo mesmo do espírito, nos tesouros e nos celeiros da alma, ainda mais profundamente que os pensamentos. Porque o coração é um abismo.

sábado, 13 de agosto de 2016

São João Crisóstomo

São João Crisóstomo (347-407) - Arcebispo de Constantinopla. Ele é conhecido por suas homílias,por sua denúncia dos abusos cometidos por políticos e eclesiásticos de sua época, por sua "Divina Liturgia" e por suas práticas ascetas. O epíteto Χρυσόστομος "Chrysostomos", aportuguesado como "Crisóstomo" significa "da boca de ouro" por conta de eloquência. O título apareceu pela primeira vez na "Constituição" do papa Vigílio em 553 e ele é considerado o maior pregador cristão da história.

“Persevera incessantemente no Nome do Senhor Jesus, a fim de que o coração absorva o Senhor e o Senhor o coração e ambos se tornem um. Essa, contudo, não é obra de um ou dois dias, mas exige muito tempo. Há necessidade de muita luta e de tempo para que o inimigo seja expulso e o Cristo venha habitar em nós. Aquele que é capaz de orar corretamente, mesmo sendo a mais pobre de todas as pessoas, é, essencialmente, o mais rico. E aquele que não ora corretamente, é o mais pobre de todos, mesmo que se sente em um trono real".
VIVAT CHRISTUS REX








sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Santa Edith Stein

"O Amor torna fecunda a Dor e a Dor torna profundo o Amor". (Santa Edith Stein).

Amem e sejam obedientes a Deus. Rezem, Louvem, Clamem e Adorem a Deus e Ele tudo fará. Tomem Sua Palavra como arma, e diante de Seu Eterno e Poderoso Nome curvem-se, repousem a face no chão junto ao pó e Ele os honrará com o toque de suas sandálias sobre vossa cabeça!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Amor e Obediência

O Amor e a Obediência estão de tal maneira entrelaçados um com o outro que a existência de um implica a presença de outro e apenas através desta unidade chegaremos a Deus.

domingo, 7 de agosto de 2016

Obediência

Paz e Bem!

"Um pequeno passo em direção á obediência é um enorme passo em direção ao centro da Vontade de Deus".

sábado, 6 de agosto de 2016

São Padre Pio de Pietrelcina

São Padre Pio de Pietrelcina.

Maria, sabe com certeza o que Teu Filho disse-me: Que serás minha mãe de hoje em diante". Eu me lanço aos teus braços assim como Jesus! Faz de conta que São Francisco me apresenta a Senhora, faz de conta que o outro a me apresentar a Senhora será o Meu Anjo da guarda! "Aceite-me, leva-me como eu sou, mas deixa-me como tu me queres".

(Reflexão - São Padre Pio de Pietrelcina).
VIVAT CHRISTUS REX








quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A Unidade da Santa Igreja Católica

A Unidade da Santa Igreja Católica

A Igreja Católica é atualmente constituída por 24 Igrejas autônomas “Sui Juris”.

A Igreja Católica não se limita ao Rito Romano. Ela é uma grande comunhão de 24 Igrejas, sendo 1 ocidental e 23 orientais.

A ocidental é a Igreja Católica Apostólica Romana, chamada “ocidental” por conta da localização geográfica de Roma e não porque a sua presença se restrinja a países do Ocidente. Na verdade, a Igreja Romana está presente no mundo inteiro e tem dioceses em todos os continentes, de Portugal ao Japão, do Brasil à Rússia, de Angola à China, do Canadá à Nova Zelândia.

As Igrejas católicas orientais também têm fiéis espalhados pelo mundo, mas, por razões históricas, estão mais fortemente presentes nos lugares onde surgiram. Possuem "tradições" culturais, teológicas e litúrgicas diferentes, bem como estrutura e organização territorial própria, "mas professam a mesma e única Doutrina e Fé Católica", mantendo-se, portanto, em comunhão completa entre si e com a Santa Sé.

Todas as 24 Igrejas que compõem a Igreja Católica são consideradas Igrejas “Sui Juris”, ou seja, "são autônomas" para legislar de modo independente a respeito de seu rito e da sua disciplina, mas não a respeito dos dogmas, que são universais e comuns a todas elas e garantem a sua unidade de fé – formando, na essência, uma única Igreja Católica obediente ao Santo Padre, o Papa, que a todas preside na caridade.

A legislação de cada Igreja “Sui Juris” é estudada e aprovada pelo seu respectivo sínodo, ou seja, pela reunião dos seus bispos sob a presidência do seu arcebispo-maior ou patriarca. Por exemplo, a Igreja Melquita é presidida por Sua Beatitude o Patriarca Gregório III; a Igreja Greco-Católica Ucraniana, por Sua Beatitude o Arcebispo-Maior Dom Sviatoslav Shevchuk. A Igreja Romana é presidida diretamente pelo Papa Francisco, bispo de Roma, "que é também o líder de toda a grande comunhão da Igreja Católica em suas diversas tradições".

É muito comum até hoje, em especial no Ocidente, confundir a Igreja Romana com a totalidade da Igreja Católica, um erro que vem acontecendo há séculos e que, ao longo da história, já causou sérios prejuízos aos católicos de ritos orientais. O que é preciso entender é que todos os Católicos romanos são, obviamente, Católicos; mas nem todos os Católicos são Católicos romanos. E esta é mais uma das tantíssimas riquezas do infinito tesouro da Igreja que é Una, Santa, Católica e Apostólica!

"O Concílio Vaticano II reconheceu que todos os ritos aprovados pelas Igrejas que formam a Igreja Católica têm a mesma dignidade e direito e devem ser preservados e promovidos".

Outra confusão frequente é feita entre o rito Latino e o rito Romano: os termos costumam ser usados como sinônimos, mas, tecnicamente, além do rito Romano, também existem outros ritos Latinos de certas Igrejas locais, como o Ambrosiano, e os de algumas ordens religiosas; entretanto, todos fazem parte da mesma tradição litúrgica, comumente denominada Romana. Quanto aos ritos Orientais, as diferenças são mais marcadas pela diversidade de tradições: são eles o Alexandrino ou Copta, o Bizantino, o Antioqueno ou Siríaco ocidental, o Caldeu ou Siríaco oriental, o Armênio e o Maronita.

Segue a lista da igrejas "Sui Juris":

DE RITO OCIDENTAL:

Tradição litúrgica Latina ou Romana:
Igreja Católica Apostólica Romana (Sede em Roma)

DE RITOS ORIENTAIS:

Tradição litúrgica Alexandrina:
Igreja Católica Copta (patriarcado; sede no Cairo, Egito)
Igreja Católica Etíope (metropolitanato; sede em Adis Abeba, Etiópia)
Igreja Católica Eritreia (metropolitanato; sede em Asmara, Eritreia)

Tradição litúrgica bizantina:
Igreja Greco-Católica Melquita (patriarcado; sede em Damasco, Síria)
Igreja Católica Bizantina Grega (eparquia; sede em Atenas, Grécia)
Igreja Católica Bizantina Ítalo-Albanesa (eparquia; sede na Sicília, Itália)
Igreja Greco-Católica Ucraniana (arcebispado maior; sede em Kiev, Ucrânia)
Igreja Greco-Católica Bielorrussa (também chamada Católica Bizantina Bielorussa)
Igreja Greco-Católica Russa (sede em Novosibirsk, Rússia)
Igreja Greco-Católica Búlgara (eparquia; sede em Sófia, Bulgária)
Igreja Católica Bizantina Eslovaca (metropolitanato; sede em Prešov, Eslováquia)
Igreja Greco-Católica Húngara (metropolitanato; sede em Nyíregyháza, Hungria)
Igreja Católica Bizantina da Croácia e Sérvia (eparquia; sedes em Križevci, Croácia, e Ruski Krstur, Sérvia)
Igreja Greco-Católica Romena (arcebispado maior; sede em Blaj, Romênia)
Igreja Católica Bizantina Rutena (metropolitanato; sede em Pittsburgh, Estados Unidos)
Igreja Católica Bizantina Albanesa (eparquia; sede em Fier, Albânia)
Igreja Greco-Católica Macedônica (exarcado ou exarquia; sede em Escópia, Macedônia)

Tradição litúrgica armênia:
Igreja Católica Armênia (patriarcado; sede em Beirute, Líbano)

Tradição litúrgica maronita:
Igreja Maronita (patriarcado; sede em Bkerke, Líbano)

Tradição litúrgica antioquena ou siríaca ocidental:
Igreja Católica Siríaca (patriarcado; sede em Beirute, Líbano)
Igreja Católica Siro-Malancar (arcebispado maior; sede em Trivandrum, Índia)

Tradição litúrgica caldeia ou siríaca oriental:
Igreja Católica Caldeia (patriarcado; sede em Bagdá, Iraque)
Igreja Católica Siro-Malabar (arcebispado maior; sede em Cochim, Índia)

Nesta imensa diversidade formamos um corpo Sólido e Inabalável!

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

São Josemaría Escrivá

São Josemaría Escrivá (1902-1975) - Sacerdote - Fundador do Opus Dei - Canonizado em 2002 por João Paulo II.

Se és tão miserável, como estranhas que os outros tenham misérias?
"Frater qui adjuvatur a fratre quasi civitas firma" - O irmão ajudado por seu irmão é tão forte quanto uma cidade amuralhada. Pensa um pouco e decide-te a viver a fraternidade.
VIVAT CHRISTUS REX








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Padre Francesco Bemonte

Padre Francesco Bemonte - Presidente da Associação Internacional de Exorcistas. São Pio de Pietrelcina, como também o beato carmelita e...