quarta-feira, 30 de abril de 2014

São Boaventura

São Boaventura (1218-1274) - Filósofo - Teólogo Escolástico - Cardeal - Doutor da Igreja.

"Ó Jesus, trespassaram vosso lado para nos abrir uma porta; feriram vosso coração para nos abrir nessa sagrada vinha, um asilo seguro de toda perturbação externa".
VIVAT CHRISTUS REX



terça-feira, 29 de abril de 2014

Santa Catarina de Sena

Santa Catarina de Sena (1347-1380) - 

"Oh quão doce e gloriosa é esta virtude da obediência! Nela estão todas as outras virtudes, porque concebia e gerada pela caridade. Nela está fundada a pedra da santíssima fé. É rainha tal que quem a desposa, nenhum mal padece, mas tem paz e tranquilidade. As ondas do mar tempestuoso não a podem prejudicar e não a ofende tempestade alguma."
VIVAT CHRISTUS REX



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Tomás de Kempis

Tomás de Kempis (1380-1471) - Monge - Místico - Escritor.
Livro - Imitação de Cristo.

Cristo também foi, neste mundo, desprezado dos homens, e em suma necessidade, entre os opróbrios, o desampararam seus conhecidos e amigos. Cristo quis padecer e ser desprezado; e tu ousas queixar-te de alguém? Cristo teve adversidade e detratores; e tu queres ter a todos por amigos e benfeitores? Como poderá ser coroada tua paciência, se não encontrares alguma adversidade? Se não queres sofrer alguma contrariedade, como serás amigo de Cristo? Sofre com Cristo e por Cristo, se com Cristo queres reinar.

VIVAT CHRISTUS REX



sábado, 26 de abril de 2014

Papa Francisco

A Miséria e a Glória - Santo Padre Papa Francisco.

A cruz não é só uma decoração para as nossas igrejas nem um símbolo que nos distingue dos outros; é o mistério do amor de Deus, o qual se humilha para a nossa salvação. Comentando o Evangelho de João (8, 21-30), o Pontífice recordou que três vezes neste trecho do Evangelho Jesus fala de morrer no próprio pecado. E este era o nosso destino. Também o destino daquele povo que atravessou o mar Vermelho, que falou mal do Senhor e amaldiçoou Deus e Moisés. Em seguida, chegaram estas serpentes e o povo disse: Pecamos porque falamos contra o Senhor.... E se o Senhor não tivesse dado um sinal para os salvar teriam morrido no seu pecado. Não podemos sair sozinhos do nosso pecado. É algo, admitiu o Santo Padre, que não se compreende se não se percebe o que Jesus nos diz no Evangelho. Portanto, o facto de ter erigido o símbolo do seu pecado e de o ter depois transformado num instrumento de salvação representa precisamente aquela redenção que vem de Cristo elevado na cruz.
O cristianismo — prosseguiu o bispo de Roma — não é uma doutrina filosófica, nem um programa de vida para sermos bem educados, para fazermos as pazes. O cristianismo é uma pessoa, uma pessoa elevada na cruz. Uma pessoa que se aniquilou a si mesma para nos salvar. E assim como no deserto foi erigido o pecado, aqui foi elevado Deus feito homem por nós. Por esta razão, admoestou, não se compreende o cristianismo sem entender esta humilhação profunda do filho de Deus que se humilhou a si mesmo tornando-se servo até à morte de cruz. Para servir.
Portanto, o coração da salvação de Deus — afirmou o Pontífice — é o seu filho que tomou sobre si todos os nossos pecados, as nossas soberbas, certezas, vaidades e os nossos desejos de nos tornarmos como Deus. O cristão que não sabe gloriar-se em Cristo crucificado, não compreendeu o que significa ser cristão. As nossas chagas, que o pecado deixa em nós, não podem ser curadas só com as chagas do Senhor, com as chagas de Deus feito homem, humilhado, aniquilado. Este é o mistério da cruz. Não é só uma ornamentação que devemos pôr nas igrejas, nos altares; não é apenas um símbolo que nos deve distinguir dos outros. A cruz é um mistério: o mistério do amor de Deus que se humilha, que se aniquila para nos salvar dos nossos pecados.
Onde está o teu pecado?, perguntou o Santo Padre. O teu pecado — foi a sua resposta — está ali na cruz. Vai procurá-lo ali nas chagas do Senhor, e o teu pecado será curado, as tuas chagas serão curadas, o teu pecado será perdoado. O perdão que Deus nos concede não significa liquidar uma conta que temos com Ele. O perdão que nos concede são as chagas do seu filho, elevado na cruz. E o seu desejo final é que o Senhor nos atraia e que nos deixemos curar.
VIVAT CHRISTUS REX



quinta-feira, 24 de abril de 2014

Sabedoria 5, 16-23.

Sabedoria 5, 16-23.

Por isso receberão a régia coroa de glória, e o diadema da beleza da mão do Senhor, porque os cobrirá com sua direita, e os protegerá com seu braço.
Por armadura tomará seu zelo cioso, e armará as criaturas para se vingar de seus inimigos.
Tomará por couraça a justiça, e por capacete a integridade no julgamento.
Ele se cobrirá com a santidade, como com um impenetrável escudo,
afiará o gume de sua ira para lhe servir de espada, e o mundo se reunirá a ele na luta contra os insensatos.
Os raios partirão como flechas bem dirigidas, e, como de um arco bem distendido, voarão das nuvens para o alvo; uma balista fará cair uma pesada saraiva de ira; a água do mar se levantará em turbilhão contra eles e os rios os arrastarão impetuosamente. O sopro do Todo-poderoso se insurgirá contra eles e os dispersará como um furacão; a iniquidade fará de toda a terra um deserto, e a malícia derribará os tronos dos poderosos!
VIVAT CHRISTUS REX



Santo Afonso de Ligório

Santo Afonso de Ligório (1696-1787) - Jurisconsulto - Teólogo Moral - Bispo.

Seja-me permitido aqui fazer uma digressão a favor das almas do purgatório. Se quisermos o socorro de suas orações, é justo que cuidemos também de socorre-las com nossas orações e boas obras. Disse que é justo, mas deve-se dizer ainda que é um dever cristão. Pois manda a caridade que socorramos o próximo em suas necessidades, mormente quando podemos fazê-lo em incômodo de nossa parte. Ora, é certo que, entre aqueles que caem debaixo da palavra "próximo", devem-se compreender as benditas almas do purgatório. Elas, apesar de não estarem mais nesta vida, nem por isso deixam de pertencer à comunhão dos Santos. "As almas dos fiéis defuntos, diz Santo Agostinho, não estão separadas da Igreja". 
VIVAT CHRISTUS REX



quarta-feira, 23 de abril de 2014

Didaké - Διδαχń

Didaké (60-120) - Didaquê  (português brasileiro) ou Didaqué (português europeu) (Διδαχń, "ensino", "doutrina", "instrução"), Instrução dos Doze Apóstolos (do grego Didache kyriou dia ton dodeka apostolon ethesin) ou Doutrina dos Doze Apóstolos é um escrito do século I que trata do Catecismo Cristão.

A propósito de Eucaristia, dai graças assim:

Primeiro pelo cálice:

Nós Te damos graças, ó Pai, pela santa vinha de David, Teu servo, que nos revelaste por Jesus, Teu Filho. Glória a Ti pelos séculos!

Depois, pelo pão partido:

Nós te damos graças, ó Pai, pela vida e pelo conhecimento que nos revelaste por Jesus, Teu Filho. Glória a Ti pelos séculos!
Tal como este pão que partimos, trigo outrora disseminado sobre as colinas, foi colhido para ser um só, assim a Tua Igreja seja reunida das extremidades da Terra para o Teu Reino! Porque a Ti pertencem a glória e o poder pelos séculos!

Depois de estardes saciados, dai graças assim:

Nós Te damos graças, ó Pai santo, pelo Teu santo nome que fizeste habitar no nosso coração, pelo conhecimento, pela fé e pela imortalidade que nos revelaste por Jesus, Teu Filho. Glória a Ti pelos séculos!
Foste Tu, Senhor todo-poderoso, que criaste o universo, para glória do Teu nome; Tu deste em abundância alimento e bebida aos filhos dos homens; mas a nós deste-nos a graça de um alimento espiritual e de uma bebida para a vida eterna por Jesus, Teu Filho. Acima de tudo, damos-Te graças porque és poderoso.Glória a ti pelos séculos!
Lembra-Te, Senhor, da Tua Igreja, livra-a do mal e torna-a perfeita no Teu amor. Reúne-a dos quatro ventos, a essa Igreja santificada, no reino que para ela preparaste. Porque a Ti pertencem o poder e a glória pelos séculos!
Que venha o Senhor (Ap 22, 20) e que este mundo passe! Hosana à Casa de David!
Aquele que é santo, que se aproxime; aquele que o não é, que faça penitência. Maranatha! (1Cor 16, 22). Amem.
VIVAT CHRISTUS REX



segunda-feira, 21 de abril de 2014

Santa Terezinha

Santa Terezinha - (1873-1897).

É loucura muito minha, Senhor, esperar que o teu Amor depois de todos os desmandos me aceite como sou. 
É loucura muito minha, Senhor, esperar com terno ardor, que em minhas limitações faças loucuras de amor.
Águia não sou, meu Senhor, dela trago, tão somente, o olhar e também, no coração, a aspiração do seu voar, voar... 
Quero em meu posto ficar a fitar o Sol do Amor, do Amor: 
Passarinho é o que eu sou nas mãos do meu Senhor.
E quando da vida, Senhor, o Sol do Amor se ausentar, não vou me preocupar, porque sei: por entre as nuvens Ele está a brilhar. 
E em mim nascerá, Senhor, do amor a perfeita alegria e em tuas asas, então, voarei na mais perfeita harmonia.
VIVAT CHRISTUS REX



São Basílio Magno

São Basílio Magno (329-379) - A ação do Espírito Santo.

Qual o homem que, ao ouvir os nomes com os quais é designado o Espírito Santo, não eleva seu ânimo e o seu pensamento para a natureza divina? É chamado Espírito de Deus, Espírito da verdade que procede do Pai, Espírito de retidão, Espírito principal e, como nome próprio e peculiar, Espírito Santo.
Volta-se para ele o olhar de todos os que buscam a santificação; para ele tende a aspiração de todos os que vivem segundo a virtude; é o seu sopro que os revigora e reanima para atingirem o fim natural e próprio para que foram feitos.
Ele é fonte da santidade e luz da inteligência; é ele que dá, de si mesmo, uma certa iluminação à nossa razão natural para que encontre a verdade.
Inacessível por sua natureza, torna-se acessível por sua bondade. Enche tudo com o seu poder, mas comunica-se apenas aos que são dignos; não a todos na mesma medida, mas distribuindo os seus dons em proporção da fé. Simples na essência, múltiplo nas manifestações do seu poder, está presente por inteiro em cada um, sem deixar de estar todo em todo lugar. Reparte-se e não sofre diminuição. Todos dele participam e permanece íntegro, à semelhança dos raios do sol que fazem sentir a cada um a sua luz benéfica como se fosse para ele só, e contudo iluminam a terra e o mar e se difundem pelo espaço.       Assim é também o Espírito Santo: está presente em cada um dos que são capazes de recebê-lo, como se estivesse nele só, e, não obstante, dá a todos a totalidade da graça de que necessitam. Os que participam do Espírito recebem os seus dons na medida em que o permite a disposição de cada um, mas não na medida do poder do mesmo Espírito.
Por ele, os corações são elevados ao alto, os fracos são conduzidos pela mão, os que progridem na virtude chegam à perfeição. Ele ilumina os que foram purificados de toda mancha e torna-os espirituais pela comunhão consigo. 
E como os corpos límpidos e transparentes, sob a ação da luz, se tornam também extraordinariamente brilhantes e irradiam um novo fulgor, da mesma forma também as almas que recebem o Espírito e são por ele iluminadas tornam-se espirituais e irradiam sobre os outros a graça que lhes foi dada.
Dele procede a previsão do futuro, a inteligência dos mistérios, a compreensão das coisas ocultas, a distribuição dos carismas, a participação na vida do céu, a companhia dos coros dos anjos. Dele nos vem a alegria sem fim, a união constante e a semelhança com Deus; dele procede, enfim, o bem mais sublime que se pode desejar: o homem é divinizado.
VIVAT CHRISTUS REX



domingo, 20 de abril de 2014

A oração dos pobres - A NUVEM DO NÃO SABER

A oração dos pobres - A NUVEM DO NÃO SABER.

Agora, porém, você me faz uma pergunta dizendo: "Como eu poderia pensar Nele mesmo (DEUS) e o que Ele é (DEUS)?" A isto eu só posso responder nestes termos: "Não tenho a menor ideia". Pois, com esta pergunta, você me introduziu nessa mesma escuridão, nessa mesma nuvem do não-saber onde eu gostaria que você mesmo estivesse. Porque um homem pode, pela graça, possuir a plenitude do conhecimento de todas as outras criaturas e das suas obras como também das obras do próprio DEUS, e ele é bem capaz de refletir sobre elas. Mas homem nenhum pode pensar em DEUS como Ele mesmo. Por isso, é meu desejo abandonar tudo sobre o que eu possa pensar, e escolher para o meu amor a coisa na qual eu não possa pensar. Porque Ele pode certamente, ser amado, mas não pensado. Ele pode ser arrebatado e retido por amor, mas não pelo pensamento. Portanto, embora o pensamento seja uma luz e uma parte de contemplação, mesmo assim neste exercício, ele deve ser rejeitado e coberto com uma nuvem do esquecimento. Você deve pisar por cima dela corajosamente mas com amor, e munido de um amor devoto, agradável e impulsivo esforçar-se para atravessar essa escuridão acima de você. Você tem que bater nessa espessa nuvem do não-saber com um dardo afiado de amor ardente. Não deixe esse trabalho por nada que possa acontecer.
VIVAT CHRISTUS REX



sábado, 19 de abril de 2014

São Cirilo de Alexandria

São Cirilo de Alexandria (380-444)

O mistério da nossa salvação é tão vasto, tão profundo, tão admirável, que os próprios anjos aspiram a compreendê-lo (1Pe 1, 12). [...] Pois, sendo Deus por natureza, o Verbo verdadeiro de Deus Pai (Jo 1, 1), da mesma substância e com Ele co-eterno, brilhando no mais alto da sua glória na condição e na igualdade com Deus, Cristo não Se valeu dessa igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio, assumindo a condição de servo e, nascendo de Santa Maria, apareceu como homem e rebaixou-Se até à morte, e morte de cruz (Fil 2, 6-8).
Humilha-Se assim, para nossa humildade, Aquele que dá a todos os homens da sua própria plenitude. Rebaixa-Se por nós, não por constrangimento, mas de sua própria vontade. Por nós toma a condição de escravo Aquele que é a liberdade em pessoa. Torna-Se um como nós Aquele que está acima de toda a Criação. Submete-Se à morte Aquele que dá a vida ao mundo. [...] Como nós torna-Se sujeito à Lei (Gal 4, 4) Aquele que, sendo Deus, transcende toda a Lei. Pelo seu nascimento torna-Se um homem como os outros. Começa a existir Aquele que precede todos os séculos e todas as épocas, mais, Aquele que é o próprio Criador e origem do tempo [...]. Aquele que foi gerado em Maria [...] é da nossa natureza e da nossa substância e da mesma descendência de Abraão. Mas é também, no plano divino, da mesma natureza que Deus Pai.
VIVAT CHRISTUS REX



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Santo Afonso de Ligório

Santo Afonso de Ligório (1696-1787) - Jurisconsulto - Teólogo Moral - Bispo.

Se é certo que, sem o socorro da graça, nada podemos, e se esse socorro é concedido por Deus unicamente aos que rezam, segue-se que a oração nos é absolutamente necessária para a salvação.
Verdade é que há certas graças primeiras que são a base e o começo de todas as outras graças e que são concedidas sem a nossa cooperação, como por exemplo a vocação à fé, à penitência. No dizer de Santo Agostinho, Deus as concede mesmo a quem não as pede. Entretanto, quanto às outras graças especialmente em relação à graça da perseverança, tem por certo o Santo Doutor que não são concedidas senão aos que pedem: "Deus dá algumas graças, como o começo da fé, mesmo aos que não pedem; outras, como a perseverança, reservou para os que pedem".
VIVAT CHRISTUS REX



São Josemariá Escrivá

São Josemariá Escrivá (1902-1975).

Santidade! Quantas vezes pronunciamos esta palavra como se fosse um som vazio! Para muitos, ela representa mesmo um ideal inacessível, um tema da ascética, mas não um fim concreto, uma realidade viva. Não pensavam deste modo os primeiros cristãos, que usavam o nome de santos para se chamarem entre si com toda a naturalidade e com grande frequência: saúdam-vos todos os santos, saudai todos os santos em Cristo Jesus.
Situados agora no Calvário, quando Jesus já morreu e não se manifestou ainda a glória do seu triunfo, temos uma boa ocasião para examinar os nossos desejos de vida cristã, de santidade para reagir com um ato de fé perante as nossas debilidades e, confiando no poder de Deus, fazer o propósito de pôr amor nas coisas do nosso dia-a-dia. A experiência do pecado tem de nos conduzir à dor, a uma decisão mais madura e mais profunda de sermos fiéis, de nos identificarmos deveras com Cristo, de perseverarmos, custe o que custar, nessa missão sacerdotal que Ele encomendou a todos os seus discípulos sem excepção, que nos impele a sermos sal e luz do mundo.
VIVAT CHRISTUS REX

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

São Serafim de Sarov

São Serafim de Sarov (1759-1833).

Deus é fogo, aquecendo e inflamando os corações e as entranhas. Assim, se sentirmos frio no coração, o qual provém do demônio (pois ele é frio), chamaremos pelo Senhor. Ele vindo, aquecerá nosso coração com amor absoluto não apenas por Ele, mas também ao próximo, e a frieza daquele que despreza o bem será afastada da face do Seu calor.
Onde Deus se encontra, ali não existe o mal. Tudo o que vem de Deus é pacífico, saudável e conduz as pessoas ao julgamento de suas próprias imperfeições e à humildade.
Deus nos mostra Seu amor não apenas quando estamos praticando o bem, mas também quando nós O afrontamos com nossos pecados e O desgostamos. Com quanta resignação Ele suporta nossas transgressões! E quando nos pune, como pune com misericórdia! "Não denomine Deus de justo juiz - diz S. Isaac, - pois seu justo julgamento não é visto em seus negócios. É verdade que Davi O chamava de justiceiro e justo, mas o Filho de Deus nos mostrou que Deus é mais bondoso e misericordioso. Onde está Seu julgamento? Nós éramos pecadores, e ainda assim Cristo morreu por nós"(São Isaac o Sírio).
VIVAT CHRISTUS REX



quarta-feira, 16 de abril de 2014

Santo Afonso Maria de Ligório

Santo Afonso de Ligório (1696-1787) - Jurisconsulto - Teólogo Moral - Bispo.

Referindo-se aos brutos, o Senhor a uns concedeu a rapidez, a outros deu unhas, a outros cobriu de penas, para que, desse modo, pudessem conservar a sua vida. O homem, porém, foi formado em tal estado que só Deus é toda a sua força. Deste modo o homem é inteiramente incapaz de, por si, efetuar a sua salvação, visto que Deus quis que tudo o que tem ou pode ter, receba por meio de sua graça".
VIVAT CHRISTUS REX



terça-feira, 15 de abril de 2014

São Josemariá Escrivá

São Josemariá Escrivá (1902-1975).

Ouves dentro de ti: "Como pesa esse jugo que livremente tomaste!"... É a voz do diabo; o fardo... da tua soberba.
Pede humildade ao Senhor, e também tu entenderás aquelas palavras de Jesus: iugum enim meum suave est, et onus meum leve (Mt XI, 30), que me agrada traduzir, livremente, assim: o meu jugo é a liberdade, o meu jugo é o amor, o meu jugo é a unidade, o meu jugo é a vida, o meu jugo é a eficácia.
VIVAT CHRISTUS REX



segunda-feira, 14 de abril de 2014

São Gregório de Narek

São Gregório de Narek (944-1010).

Mau grado o temor tingido de alegria, quero agora aqui contar um pouco dos tormentos que Tu, meu Deus e de todos, sofreste por mim.
De pé no tribunal dos homens, a quem criaste, numa natureza que era também a minha, não proferiste uma palavra, Tu que a permites,
não elevaste a voz, Tu que criaste as línguas, não soltaste um grito, Tu por quem a terra existe, […] não abandonaste à sua sorte quem Te abandonou ao Teu martírio, não ofereceste resistência a quem Te atava, nem Te indignaste contra quem Te esbofeteava.
Não injuriaste quem Te cuspia na cara, nem estremeceste perante quem Te agredia, não Te enfureceste contra quem de Ti escarnecia,
nem alteraste o semblante a quem Te condenava. […] longe de Te darem um momento de descanso, a Ti, fonte da vida, depressa Te puseram às costas, para a levares, a cruz do suplício, que recebeste com magnanimidade, tomaste com doçura, soergueste com paciência, e, como um culpado, Te encarregaste dela, da cruz das dores!
VIVAT CHRISTUS REX



sexta-feira, 11 de abril de 2014

São Felipe Néri

São Filipe Néri (1515-1595).

“A  grandeza  do amor que se tem a Deus, é medida pela grandeza do desejo de sofrer  muito por amor de Deus; quem se impacienta com a cruz, achará uma outra mais pesada.
Os sofrimentos  deste mundo são a melhor  escola do desprezo do mundo; quem não se matricular nesta escola, merece dó, porque é um infeliz.
Não pode acontecer coisa mais gloriosa a um cristão do que padecer por amor de Cristo”.
VIVAT CHRISTUS REX



terça-feira, 8 de abril de 2014

São Gregório de Nissa

São Gregório de Nissa (340-394).

A fim que as disposições do Evangelho e a atividade do Espírito Santo se desenvolvam em nós, é necessário que Cristo nasça em nós.
VIVAT CHRISTUS REX



domingo, 6 de abril de 2014

São Josemariá Escrivá

São Josemariá Escrivá (1902-1975).

Livro - Forja.

Realmente, a cada um de nós, como a Lázaro, foi um "veni foras", sai para fora, que nos pôs em movimento. Que pena dão aqueles que ainda estão mortos, e não conhecem o poder da misericórdia de Deus! Renova a tua alegria santa porque, face ao homem que se desintegra sem Cristo, se levanta o homem que ressuscitou com Ele.
VIVAT CHRISTUS REX



sábado, 5 de abril de 2014

São João Crisóstomo

São João Crisóstomo (345-407).

Jesus Cristo conversou muito com os seus discípulos acerca dos seus sofrimentos, da sua Paixão e morte, e predisse os males que iria suportar e a morte violenta que um dia os faria sofrer (Mt 16, 21-26). Foi por isso que, depois de lhes dizer coisas tão duras e tão difíceis, tentou consolá-los evocando as recompensas que lhes daria quando viesse na glória de seu Pai (v. 27). […] Quis mostrar-lhes com antecedência, na medida em que eles eram capazes de o compreender nesta vida, a grande majestade na qual estava para vir, impedindo assim a perturbação e a dor que os seus apóstolos, especialmente Pedro, poderiam sentir perante a sua morte. […]
Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João. Porque tomou apenas esses três apóstolos? Provavelmente porque eles excediam os outros: São Pedro por causa de seu entusiasmo e do seu amor; São João porque era o discípulo que Jesus amava (Jo 13, 23), e São Tiago, porque dissera, com seu irmão: Podemos [beber o teu cálice] (Mt 20, 22), e porque manteve a sua palavra (At 12, 2). […]
Porque fez aparecer Moisés e Elias? […] Ele era constantemente acusado de violar a Lei e de blasfemar, apropriando-Se de uma glória que não Lhe pertencia, a glória do Pai. […] Querendo pois mostrar que não violava a Lei e que não Se atribuía uma glória que não Lhe pertencia, Jesus invoca a autoridade das duas testemunhas mais irrepreensíveis: Moisés, que dera a Lei […], e Elias, que fora abrasado de zelo pela glória e o serviço de Deus (1Rs 19,10). […] Além disso, queria ensinar-lhes que era o Senhor da vida e da morte, trazendo à sua presença um homem que estava morto e outro que tinha sido transportado vivo numa carruagem de fogo (2Rs 2,11). E queria revelar aos seus discípulos a glória da sua cruz, consolar Pedro e os companheiros, que se sentiam atemorizados pela sua Paixão, aumentar-lhes a coragem. Com efeito, Moisés e Elias falavam com Ele da glória que haveria de receber em Jerusalém (Lc 9,31), ou seja, da sua Paixão e da sua cruz, que os profetas sempre tinham apelidado de sua glória.
VIVAT CHRISTUS REX



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Padre Francesco Bemonte

Padre Francesco Bemonte - Presidente da Associação Internacional de Exorcistas. São Pio de Pietrelcina, como também o beato carmelita e...