quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Santo Ambrósio de Milão

Santo Ambrósio de Milão (340-397).

Foi num Sábado que o Senhor Jesus começou a realizar curas, para significar que a nova criação começa no ponto em que a antiga termina, e também para acentuar desde logo que o Filho de Deus não está submetido à Lei mas é superior à Lei, que não revoga a Lei mas a completa (Mt 5,17). Não foi pela Lei mas pelo Verbo que o mundo foi feito, como se pode ler: Pela palavra do Senhor foram feitos os céus (Sl 32,6). A Lei não é revogada mas completada, a fim de renovar o homem caído. Eis a razão por que o apóstolo Paulo diz: Já que vos despistes do homem velho e vos revestistes do novo, que não cessa de se renovar à imagem daquele que o criou (Cl 3, 9).
É por isso apropriado que o Senhor comece ao Sábado, para mostrar que é o Criador […], continuando a obra que outrora Ele próprio havia começado. Tal como o operário que se prepara para reparar uma casa, Ele não começa pelas fundações, mas pelo telhado: começa a demolir o que está danificado. […] Ao libertar o homem possuído, começa pelo menor para chegar ao maior; até os homens podem expulsar demônios – é certo que pela palavra de Deus –, mas ordenar aos mortos que ressuscitem apenas pertence ao poder de Deus.

VIVAT CHRISTUS REX

salvecristorei.blogspot.com.br

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Elisabete da Trindade

Elisabete da Trindade (1880-1906) - Beata.

Amemos, portanto, o nosso Dileto, mas com amor calmo e profundo! Permaneçamos em recolhimento ao lado Daquele que é (Esd 3, 14), junto ao Imutável cuja luz sempre resplende sobre nós. Nós somos aqueles que não são.Vamos até ele, que quer que sejamos todas suas e que nos envolve por toda parte, de maneira que já não somos mais nós que vivemos, mas sim ele.

VIVAT CHRISTUS REX


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Execução de São Thomas More.

Paz e Bem.



Para os fiéis a Cristo a fidelidade a Santa Mãe Igreja Católica Apostólica Romana é fato incondicional.



VIVAT CHRISTUS REX

salvecristorei.blogspot.com.br

www.facebook.com/VivaCristoRei

Execução de São Thomas More.

Paz e Bem.



Para os fiéis a Cristo a fidelidade a Santa Mãe Igreja Católica Apostólica Romana é fato incondicional.



VIVAT CHRISTUS REX

salvecristorei.blogspot.com.br

www.facebook.com/VivaCristoRei

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

São Pedro Crisólogo

São Pedro Crisólogo (406-450) - Bispo.

Como diz Cristo, o Reino de Deus é como um grão de mostarda. […] Cristo é o Reino: como um grão de mostarda, foi deitado à terra num jardim, o corpo da Virgem. Cresceu e tornou-Se a árvore da cruz que cobre toda a terra. […] Cristo é o Reino, pois nele reside toda a glória do seu reino. E Cristo é o homem, pois o homem na sua totalidade é renovado nele. Cristo é o grão de mostarda, o instrumento de que Deus Se serve para fazer descer toda a sua grandeza em toda a pequenez do homem. Ele próprio Se tornou todas as coisas, para renovar todos os homens nele. Enquanto homem, Cristo recebeu o grão de mostarda que é o Reino de Deus […]; enquanto Deus, possuía-o desde sempre. Ele deitou a semente à terra no seu jardim. […]
O jardim é esta terra cultivada que se estendeu por todo o mundo, lavrada pela charrua da Boa Nova, encerrada pelos limites da sabedoria; os Apóstolos penaram para arrancar todas as ervas daninhas. Dá gosto contemplar as jovens plantas que são os crentes, os lírios que são as virgens e as rosas que são os mártires: flores que dão constantemente o seu perfume.
Cristo semeou, pois, o grão de mostarda no seu jardim. A semente criou raízes quando Ele prometeu o seu Reino aos patriarcas, germinou com os profetas, cresceu com os Apóstolos e tornou-se a árvore imensa que estende os seus longos ramos sobre a Igreja, e lhe prodiga os seus dons. […] Toma as asas de prata da pomba de que fala o Profeta (Sl 67,14). […] Levanta voo para usufruir de um repouso sem fim, fora do alcance dos laços (Sl 90,3), por entre folhagens magníficas. Sê suficientemente forte para assim levantares voo, e vai habitar em segurança nesta vasta morada.
VIVAT CHRISTUS REX


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Cardeal Francis Arinze.

Paz e Bem.

A Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana esposa fidelíssima, imbatível, imutável e eterna em seus ensinamentos morais e doutrinais.
Luz que orienta e guia os passos dos filhos de Deus!
Mãe acolhedora que trás a Salvação!
VIVAT CHRISTUS REX

salvecristorei.blogspot.com.br

www.facebook.com/VivaCristoRei

São Felipe Néri

São Felipe Néri (1515-1595).

“Os sofrimentos  deste mundo são a melhor  escola do desprezo do mundo; quem não se matricular nesta escola, merece dó, porque é um infeliz”.
VIVAT CHRISTUS REX


domingo, 16 de fevereiro de 2014

Tomás de Kempis.

Tomás de Kempis (1380-1471) - Monge - Místico - Escritor.
Livro - Imitação de Cristo.

"Que todo o nosso cuidado devemos entregar a Deus".
 
Jesus: Filho, deixa-me fazer contigo o que quero; eu sei o que te convém. Tu pensas como homem, e julgas em muitas coisas consoante te persuade o afeto humano.
 
A alma: Senhor, verdade é o que dizeis. Maior é vossa solicitude por mim, que todo o cuidado que eu comigo possa ter. Está em grande perigo de cair quem não entrega a vós todos os seus cuidados. Fazei de mim, Senhor, tudo o que quiserdes, contanto que permaneça em vós, reta e firme, a minha vontade. Pois não pode deixar de ser bom tudo o que fizerdes de mim. Se quereis que esteja nas trevas, bendito sejais; e se quereis que esteja na luz, sede também bendito. Se quereis que esteja consolado, sede bendito, e se quereis que esteja tribulado, sede
igualmente para sempre bendito.
 
Jesus: Filho, assim deves pensar, se desejas andar comigo. Tão pronto deves estar para sofrer como para gozar; para a pobreza e indigência, como para a riqueza e abundância.
 
A alma: Por ti Senhor, sofrerei de bom grado tudo que quiserdes que me sobrevenha. De vossa mão quero aceitar, indiferentemente, o bem e o mal, as doçuras e as amarguras, as alegrias e as tristezas, e quero dar-vos graças por tudo que me suceder. Livrai-me de todo pecado, e não temerei nem morte nem inferno. Contanto que não me rejeiteis eternamente, não me fará mal qualquer tribulação que me sobrevenha.

VIVAT CHRISTUS REX


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Santo Agostinho

Santo Agostinho (354-430) Bispo - Escritor - Teólogo - Filósofo.

Nas coisas mal feitas, são de temer todos os vícios, mas nas coisas bem feitas, o que mais deve-se recear é o orgulho.

VIVAT CHRISTUS REX


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Santo Agostinho

Santo Agostinho (354-430) Bispo - Escritor - Teólogo - Filósofo.

Provados pela mesma desgraça, os maus odeiam a Deus e blasfemam enquanto os bons rezam e louvam. A diferença não esta na desgraça sofrida, mas na qualidade de quem a sofre. Agitados o lodo e o perfume, o primeiro cheira mal e o segundo exala agradável fragrância.

VIVAT CHRISTUS REX


domingo, 9 de fevereiro de 2014

Tomás de Kempis

Tomás de Kempis (1380-1471) - Monge - Místico - Escritor.
Livro - Imitação de Cristo.

"Com duas asas se levanta o homem acima das coisas terrenas: simplicidade e pureza. A simplicidade há de estar na intenção e a pureza no afeto. A simplicidade procura a Deus, a pureza o abraça e frui. Em nenhuma boa obra acharás estorvo, se estiveres interiormente livre de todo afeto desordenado. Se só queres e buscas o agrado de Deus e o proveito do próximo, gozarás de liberdade interior. Se teu coração for reto, toda criatura te será um espelho de vida e um livro de santas doutrinas. Não há criatura tão pequena e vil, que não represente a bondade de Deus".

VIVAT CHRISTUS REX


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Adoração ao Santíssimo Sacramento

Paz e Bem!

O homem sem a água e o ar não vive!
O homem sem a EUCARISTIA não existiria para viver!
Louvado, Exaltado, Glorificado e Enaltecido seja o Eterno e Poderoso nome de Deus que nos deu seu Unigênito, Jesus Cristo, Deus conosco, Rei Misericordioso, que se faz presente Vivo no Santíssimo Sacramento do Altar!
Adoração ao Santíssimo Sacramento! Nada antes nem depois, apenas este momento me basta! Adorar a Jesus Cristo!

VIVAT CHRISTUS REX


Papa Francisco

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
 PARA A QUARESMA DE 2014
Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza
(cf. 2 Cor 8, 9)

Queridos irmãos e irmãs!
Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?
A graça de Cristo
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).
A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O baptizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).
Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf.Rm 8, 29).
Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.
O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.
À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.
O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.
Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, 26 de Dezembro de 2013
Festa de Santo Estêvão, diácono e protomártir

FRANCISCO
VIVAT CHRISTUS REX

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

São Felipe Néri

São Felipe Néri (1515-1595).

“A  grandeza  do amor que se tem a Deus, é medida pela grandeza do desejo de sofrer  muito por amor de Deus; quem se impacienta com a cruz, achará uma outra mais pesada”.
VIVAT CHRISTUS REX


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Comunidade de Aliança Adoradores do Coração de Jesus

Paz e Bem Caríssimos Irmãos.

Segue abaixo nossa campanha:

CAMPANHA DO FERRO PARA CONSTRUÇÃO DA CASA DA MISERICÓRDIA.
ASSOCIAÇÃO SÃO PADRE PIO.

Nesta campanha pedimos sua colaboração para a compra do ferro necessário para esta fase da construção.
Para fazer sua doação basta participar conosco em um dos três momentos abaixo:

1º - ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO que acontece todas as quintas-feiras as 19:30hs no Mosteiro das Monjas Redentoristas na cidade de Itu - São Paulo - Rua: Capitão Silvio Fleming - Nº 146 - Bairro Centro.

 2º - Missa dedicada ao Sagrado Coração de Jesus todas as primeiras sextas-feiras de cada mês na casa mãe da Comunidade de Aliança Adoradores do Coração de Jesus ás 19:30hs na - Rua: Benjamim Simon - Nº 276 - Bairro Padre Bento.

3º - ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO todo último sábado de cada mês na casa mãe da Comunidade de Aliança Adoradores do Coração de Jesus às 19:30hs na - Rua: Benjamim Simon - Nº 276 - Bairro Padre Bento.

“A caridade na Igreja não se resume a um ato de reparação ou esta meramente ligada a uma ação social, mas é uma VERDADE MANIFESTA EM JESUS CRISTO que nos atinge como um dardo de AMOR e que nos impulsiona a servir”. 

Esperamos por vocês.

Paz e Bem.




VIVAT CHRISTUS REX


Santo Agostinho

Santo Agostinho (354-430) Bispo - Escritor - Teólogo - Filósofo.

"A tua alma não é mais tua, mas de todos os irmãos, e também as suas almas são tua. As suas almas juntamente com a tua formam uma alma só, a única alma de Cristo".
VIVAT CHRISTUS REX


Postagem em destaque

Padre Francesco Bemonte

Padre Francesco Bemonte - Presidente da Associação Internacional de Exorcistas. São Pio de Pietrelcina, como também o beato carmelita e...